Pesquisa revela novas evidências sobre a importância da prevenção contínua contra a raiva animal e humana, destacando a necessidade de campanhas itinerantes de imunização. Segundo dados divulgados pelo Portal de Notícias, a Prefeitura de Dourados mantém nesta semana a vacinação antirrábica para cães e gatos por meio de pontos estratégicos nos bairros.

A ação busca facilitar o acesso dos tutores aos imunizantes e ampliar a cobertura preventiva contra a enfermidade viral. Conforme as diretrizes técnicas da saúde pública, a raiva é uma doença grave que acomete mamíferos, incluindo os seres humanos, tornando a vacinação anual indispensável para o controle epidemiológico.

Pontos itinerantes da semana

Na terça-feira, a equipe itinerante atenderá no espaço Amor de Patas I, situado na Rua Filomeno João Pires, número 1.677, no bairro João Paulo II. Já na quinta-feira, a operação será transferida para o Amor de Patas II, localizado na Avenida Esplanada, número 635, no Vival dos Ipês.

A recomendação técnica indica que cães e gatos a partir de três meses de idade devem receber a aplicação. O tratamento preventivo exige reforço anual para garantir a eficácia da proteção contra o vírus rábico.

Atendimento permanente no CCZ

Nos dias em que a equipe não estiver em atuação itinerante, a administração municipal concentra os atendimentos na sede do Centro de Controle de Zoonoses. A unidade fica situada na Rua Vicente Lara, número 855, no bairro Jardim Guaicurus.

O local funciona de segunda a sexta-feira, nos períodos da manhã e da tarde, das 7h às 11h e das 13h às 17h. A vacina permanece disponível durante todo o ano na unidade para os tutores que perderem as datas nos bairros.

Canais de contato e suporte

Para esclarecer dúvidas sobre a campanha ou verificar orientações veterinárias, a população pode utilizar os telefones de contato disponibilizados pelo órgão municipal. Os números oficiais para atendimento são (67) 2222-2074 e (67) 99960-9028.

A estruturação dessas ações semanais visa manter índices seguros de imunização na zona urbana do município. Especialistas reforçam que a participação ativa da comunidade é o principal fator para evitar a circulação do vírus na região.

Por Maya Santos, direto da redação